Inicial Texto Artigos Saúde O Carboidrato - Rosimeire Brito

O Carboidrato

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Carboidrato
Hidrato de Carbono (Carbono+Hidrogênio+Oxigênio)

Você já deve ter ouvido falar muito a respeito dele. Para entendermos melhor a sua importância, o carboidrato funciona para o corpo como a lenha para a fogueira ou como o combustível para o carro. A energia gerada através da queima do combustível é o que faz com que o carro se locomova, assim também é com o nosso corpo. A queima do combustível se traduziria como a digestão, que quebra as cadeias de açúcares do carboidrato gerando energia, calor e força muscular para andarmos, falarmos e até mesmo pensarmos.

Quando os carboidratos sofrem a ação dos sucos digestivos, são absorvidos como glicose e depositados nos músculos e no fígado em forma de glicogênio, de onde são constantemente requisitados pelos tecidos que reclamam energia vital. Quanto maior o esforço físico, maior também a quantidade necessária de carboidratos. Trata-se de alimentos de primeira ordem para os trabalhadores braçais, pois constituem verdadeiros restauradores de fadiga.

Provou-se cientificamente que o organismo trabalha com menor risco quando o fígado tem armazenado boa porção de hidratos de carbono (carboidratos). Os hidratos de carbono são substâncias que restringem o catabolismo das proteínas e contribuem para o metabolismo das gorduras, que devem sempre estar presentes na alimentação em baixa quantidade.

Todos os carboidratos são, em sua composição, formados de açúcares simples. Classificam-se como monossacarídeos (glicose, frutose, galactose), dissacarídeos (sacarose, lactose, maltose) e polissacarídeos (dextrina, goma, amido, celulose). Os monossacarídeos e dissacarídeos são solúveis em água. Já os polissacarídeos, não.

Como exemplos de carboidratos simples (mono e dissacarídeos) podemos citar: mel, açúcar de mesa e melado. Quanto aos carboidratos complexos (polissacarídeos) podemos citar alguns exemplos mais conhecidos de amido: arroz, trigo, milho e feculentos (batata, inhame, mandioca), como também de celulose, como os legumes em geral.

Diante dessas informações, alguém pode pensar: “Quer dizer, então, que ao comer arroz, batata ou pão, estou, na verdade, ingerindo açúcar?” É isso mesmo. Por isso alguns diabéticos, por exemplo, mesmo utilizando adoçantes e não comendo doces, ainda apresentam uma taxa elevada de glicose, pois muitas vezes ingerirem livremente esses alimentos.

A diferença, por exemplo, entre comer mel ou comer macarrão encontra-se na forma de absorção do açúcar devido ao tipo de carboidrato ingerido. Os carboidratos simples (mel, melado, açúcar de mesa) são de rápida absorção. Eles aumentam rapidamente os níveis de glicose no sangue. Já os carboidratos complexos (legumes, arroz, mandioca), por possuírem fibras, fazem com que a absorção do açúcar seja mais lenta.

A quantidade de carboidratos requerida pelo corpo diariamente compreende cerca de 70% dos alimentos que ingerimos. A distribuição alimentar correta dos nutrientes seria: 70% carboidratos, 20% Proteína, 10% Gordura. Observe a ilustração abaixo:

 

Pirâmide Alimentar Vegetariana

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Se a ingestão diária de carboidratos ou de gorduras for maior do que o corpo necessita, o resultado será o aumento de peso. O corpo apenas utilizará a quantidade necessária desses nutrientes, o restante será depositado nos tecidos do corpo em forma de gordura.

Cuide de sua alimentação, certifique-se de que ela esteja cumprindo os requisitos da boa saúde e desfrute das bênçãos que o Criador quer proporcionar a todos aqueles que seguem o Seu “manual de instruções do corpo humano”.

Que Deus o abençoe!